E tem motivo para isso, abracei um novo projecto... Uma nova página para receitas e informações SEM GLÚTEN (gluten free).
Sintam-se convidados a visitar:
www.receitasecoisas.com
Assim que tudo estabilizar voltarei a conjugar os dois !
Cheers =)
sexta-feira, 3 de maio de 2013
domingo, 5 de fevereiro de 2012
Arco-íris, como surge?

De forma poética, o arco-íris é um jogo de luz nas gotas de água.
A realidade não é tão poética, pois os arco-íris são formados pela refracção da luz nas gotas de chuva.
O aparecimento do arco-íris pressupões um clima não muito frequente (mas que se tem proporcionado com maior frequência na actualidade), em que é preciso chover e ao mesmo tempo o sol brilhar... hoje em dia vemos este fenómeno ocorrer a míude, graças ao Aquecimento Global =)
O arco-íris surge especialmente no verão, quando uma massa de nuvens passa rápido numa trovoada e a seguir, o céu se torna imediatamente claro. Podendo também ocorrer ao final do dia, quando o sol radioso se aproxima do ocidente.
Quando se dá esta manifestação da natureza, as gotas de chuva raramente estão a mais de 2Km do observador, no entanto, o arco-íris dá a sensação de estar muito distante, especialmente no local onde parece tocar o horizonte. O facto deste parecer tão grande, deve-se à ilusão de estar muito longe, sendo que o nosso cérebro projecta a imagem do arco-íris na abóbada celeste e "empresta-lhe" dimensões grandiosas. No entanto, a própria cúpula celeste não passa de uma ilusão...
Todos nos recordamos das histórias sobre o pote de ouro no fim do arco-íris, geralmente guardado por um duende irlandês... Mas apenas acreditamos nisso enquanto crianças, hoje sabemos que os arco-íris não são palpáveis; são apenas luz reflectida que é decomposta através das gotas de água, nas suas cores componentes.
A luz branca, tal como é emitida pelo sol, é uma mistura de comprimentos de onda, e a decomposição (ou refracção) acontece porque o feixe de luz é "travado" na passagem de ar para água, e após as gotas volta à velocidade original, tendo nesse momento o feixe sido dividido nas cores que o compõem e os diversos comprimentos de onda sã concentrados em ângulos diferentes. A parte azul do feixe é mais fortemente "travada" pela água do que a vermelha, pois tem menores comprimentos de onda.
Fala-se geralmente das sete cores do arco-íris como: vermelho, laranja, amarelo, branco verde, azul e violeta, sendo o violeta a parte mais interna e o vermelho a mais externa. Mas estas faixas, são apenas manifestações que os nossos olhos aceitam involuntariamente devido à reduzida acuidade visual - mais uma ilusão na ilusão... pois na verdade, as cores do espectro misturam-se suavemente umas nas outras.
Assim, quanto mais o sol se puser a ocidente, mais alto estará o arco-íris, quanto mais a oriente maior será. Durante o por-do-sol - ou o nascer - formam-se os maiores e mais perfeito arco-íris.
Como tal, ao meio-dia á muito improvável que se veja um arco-íris, pois o sol encontra-se mais do que 42º acima do horizonte, ficando o arco-íris (caso exista) abaixo do horizonte, não estando por isso no nosso campo visual. Mas... se subíssemos pelo ar num balão de ar quente, acabaríamos por ver o arco-íris num círculo completo. Esse espectáculo, deve na realidade ser grandioso, peço a quem tiver fotos que envie =)
O arco-íris é na verdade, em forma de semi-círculo apenas devido ao facto de o horizonte esconder do nosso alcance óptico a outra metade...
Cheers! =)
A realidade não é tão poética, pois os arco-íris são formados pela refracção da luz nas gotas de chuva.
O aparecimento do arco-íris pressupões um clima não muito frequente (mas que se tem proporcionado com maior frequência na actualidade), em que é preciso chover e ao mesmo tempo o sol brilhar... hoje em dia vemos este fenómeno ocorrer a míude, graças ao Aquecimento Global =)
O arco-íris surge especialmente no verão, quando uma massa de nuvens passa rápido numa trovoada e a seguir, o céu se torna imediatamente claro. Podendo também ocorrer ao final do dia, quando o sol radioso se aproxima do ocidente.
Quando se dá esta manifestação da natureza, as gotas de chuva raramente estão a mais de 2Km do observador, no entanto, o arco-íris dá a sensação de estar muito distante, especialmente no local onde parece tocar o horizonte. O facto deste parecer tão grande, deve-se à ilusão de estar muito longe, sendo que o nosso cérebro projecta a imagem do arco-íris na abóbada celeste e "empresta-lhe" dimensões grandiosas. No entanto, a própria cúpula celeste não passa de uma ilusão...
Todos nos recordamos das histórias sobre o pote de ouro no fim do arco-íris, geralmente guardado por um duende irlandês... Mas apenas acreditamos nisso enquanto crianças, hoje sabemos que os arco-íris não são palpáveis; são apenas luz reflectida que é decomposta através das gotas de água, nas suas cores componentes.
A luz branca, tal como é emitida pelo sol, é uma mistura de comprimentos de onda, e a decomposição (ou refracção) acontece porque o feixe de luz é "travado" na passagem de ar para água, e após as gotas volta à velocidade original, tendo nesse momento o feixe sido dividido nas cores que o compõem e os diversos comprimentos de onda sã concentrados em ângulos diferentes. A parte azul do feixe é mais fortemente "travada" pela água do que a vermelha, pois tem menores comprimentos de onda.
Fala-se geralmente das sete cores do arco-íris como: vermelho, laranja, amarelo, branco verde, azul e violeta, sendo o violeta a parte mais interna e o vermelho a mais externa. Mas estas faixas, são apenas manifestações que os nossos olhos aceitam involuntariamente devido à reduzida acuidade visual - mais uma ilusão na ilusão... pois na verdade, as cores do espectro misturam-se suavemente umas nas outras.
Assim, quanto mais o sol se puser a ocidente, mais alto estará o arco-íris, quanto mais a oriente maior será. Durante o por-do-sol - ou o nascer - formam-se os maiores e mais perfeito arco-íris.
Como tal, ao meio-dia á muito improvável que se veja um arco-íris, pois o sol encontra-se mais do que 42º acima do horizonte, ficando o arco-íris (caso exista) abaixo do horizonte, não estando por isso no nosso campo visual. Mas... se subíssemos pelo ar num balão de ar quente, acabaríamos por ver o arco-íris num círculo completo. Esse espectáculo, deve na realidade ser grandioso, peço a quem tiver fotos que envie =)
O arco-íris é na verdade, em forma de semi-círculo apenas devido ao facto de o horizonte esconder do nosso alcance óptico a outra metade...
Cheers! =)
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
...E porque é que o céu é azul?

Ao imaginarmos o céu, pensamos imediatamente em azul! No entanto, todos sabemos quão bonito também são os céus em amarelos ou vermelhos...
Relacionamos o azul com profundidade, distância, infinito... é suave, calmo e frio. De certa forma, afasta-se de nós, e o amarelo e vermelho aproximam-se.
O azul é considerado a mais espiritual de todas as cores. "Não olhamos com agrado para o azul por ele se afastar de nós, mas sim porque nos atrai." - escreveu Goethe.
A cor do céu (azul) contrata com o amarelo do Sol, e este contraste berrante foi representado em tela de forma incomparável por Vincent van Gogh.
Mas também sabemos, que o azul do céu não tem sempre o mesmo tom. Muda de dia para dia e também com as horas do dia. A verdade é que isto não passa de mais uma ilusão (tal como concluímos sobre o mar), pois o céu apenas parece azul...
O céu, o firmamento espacial, é negro, mas visto da Terra parece azul. Vista do espaço, a atmosfera parece ter a cor azul, mas por exemplo Vénus parece amarelo e Marte vermelho...
No entanto, a atmosfera da Terra não é azul, pois o ar é incolor. A cor azul, surge da difusão da luz solar pelas moléculas de ar. Por «difusão» entende-se que cada molécula de ar é atingida por uma onda luminosa, que assim se transforma em onda de luz, porém, esta ganha uma nova direcção. A chamada difusão da luz dá-se então quando as suas ondas chocam com obstáculos infinitamente pequenos.
Na nossa própria casa, podemos criar luz difusa azul, soprando fumo denso contra uma fonte de luz, e dessa forma surge uma névoa azulada.
A difusão de luz dá-se de acordo com a lei da física formulada por John William Strutt, lorde Rayleigh (1982-1919), que estabelece que: quanto mais intensa for a luz difundida pelas moléculas, mais curta será a onda, sendo por isso mais energética. Como a luz do Sol é um conjunto de vários comprimentos de onda (ou seja, cores) que vão de violeta e azul, de onda curta, até ao vermelho, de onda longa, sendo dispersos de formas diferentes.
Os comprimentos de violeta e azul que estão na luz do Sol, são mais fortemente dispersos do que o verde, amarelo e vermelho. Assim, a mistura de cores dispersas na atmosfera (muito violeta e azul, pouco verde e ainda menos amarelo e vermelho) dão origem ao típico azul-celeste. Assim, embora a dispersão da luz seja muito reduzida, é suficiente para dar cor à atmosfera.
O Sol apresenta-se amarelo, porque as ondas de luz por ele dispersas estão ausentes, sendo filtrados os azuis e violeta. Na realidade, o Sol brilha com uma luz branca, que gera à sua volta um enorme disco uniformemente branco. Mas não é só à volta do Sol que o céu parece mais branco, também o parece junto do horizonte. Isto deve-se às grandes partículas existentes no ar, chamadas aerossóis, tal como: partículas de pó; gotículas de água ou cristais de gelo; pólen de plantas; bactérias; químicos, etc. que se encontram sobretudo na proximidade com o solo.
No Verão, em longos períodos de seca, quando a atmosfera está coberta de pó até ás camadas elevadas, todo o céu parece azul-esbranquiçado. Após uma trovoada, quando o ar volta a estar limpo, o céu brilha com um azul profundo, que também é típico de zonas montanhosas elevadas. Isto deve-se ao facto de que: quanto mais alto se sobe, menos é a concentração de aerossóis na atmosfera.
A cor do céu não é apenas azul, como já vimos antes, por exemplo no nascer e pôr do sol. Junto ao horizonte, o céu é por vezes amarelo, vermelho e púrpura, devido à maior espessura de atmosfera que a radiação solar tem de atravessar. Como a atmosfera da Terra deixa passar a luz vermelha, mais facilmente que a azul, a luz que vemos é principalmente dessa cor. À medida que se aproxima do horizonte, o Sol passa de amarelo a avermelhado até se pôr, com uma coloração vermelho-sangue. A poeira e o vapor de água, absorvem mais luz azul e violeta do que a vermelha, o que contribui para essa coloração vermelha.
Assim, a afirmação de que o céu é azul aplica-se apenas sob determinadas condições, considerando-se o azul como o estado básico do céu, pois como sabemos a verdadeira cor é o negro.
Cheers! =)
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
O mar é azul, porquê?
Todos sabemos que a água é incolor, no entanto, quando pintamos a água escolhemos o azul. Mas, se a água é incolor, então o azul que vemos no mar é uma ilusão... Se analisarmos, a ilusão do mar ser azul deve-se ao reflexo como de uma espelho com o seu reflexo. Ele reflecte o azul do céu, mas isso significa realmente que nos esquecemos do mar nos dias de chuva. Ou será que não olhamos para ele com a atenção necessária?
Nos dias de chuva, o mar não é propriamente azul, mas sim, cinzento como as nuvens de chuva que estão sobre ele. É então meia verdade, que o mar funciona como um espelho gigante, pois apenas uma parte da luz que nele incide é reflectida. A outra parte penetra em profundidade e dispersa-se. Desta forma, o mar tem uma "cor própria" a par do azul que exibe o céu.
A luz que penetra na água do mar, dispersa-se devido à matéria suspensa, especialmente à superfície, e é por essa razão que em alguns dias, o céu e o mar têm exactamente o mesmo tom de azul.
O fundo do mar só importa quando junto à margem (cerca de 1m de profundidade), tendo a areia amarela como pano de fundo e dando assim um tom esverdeado ao mar. É por isso que se nota em alguns caso, uma linha nítida que separa o verde do azul á medida que nos afastamos da costa.
Se observarmos atentamente a cor do mar, verificamos que ele só tem um azul uniforme se não estiver vento, pois a sua superfície está estática. Mas como, de forma geral, o mar apresenta ondulação, surgem as diferentes tonalidades de azul, desde o mais esbranquiçado até ao mais escuro.
Conclui-se assim que o mar reflecte os vários tons de azul em função do céu. Mas... porque é que o céu é azul?
Cheers! =)
quarta-feira, 19 de janeiro de 2011
Porque os relâmpagos atingem mais os homens?

Apesar de sabermos que não há que temer as trovoadas, mas não são absolutamente inofensivas. Uma trovoada é perigosa apenas se estivermos ao ar livre, devemos por isso proteger-nos em edifícios ou automóveis.
Na Alemanha verificam-se por ano 750 000relâmpagos, dos quais aproximadamente 2 atingem mortalmente uma pessoa, sendo que esse perigo é considerado como remoto.
Entre 1959-1994 as estatísticas mostravam 3239 casos mortais devido à queda de raios nos EUA. No entanto essas mortes não se deveram à queda directa dos raios, pois a mioria sobrevive a esta poderosa descraga da natureza. Nesses casos, grande parte da corrente eléctrica não atravessa o corpo, passa pela superfície isolante da pele, provocando obnubilação (desorientação), sensação de surdez, perturbações da visão e estado de choque, sendo que por vezes surgem padrões estranhos na pele.
Os médicos descrevem figuras eléctricas de Lichtenberg, mas já haviam sido descritos modelos semelhantes pelo físico e escritor de Göttingen, George Christoph Lichtenberg (1742-1799). Nas suas experiências com electricidade, descobriu padrões em forma de tufos que surgiam na superfície de materiais isolados, após serem atingidos por raios eléctricos. Lichtenberg mostrou esses padrões através da aplicação de fuligem ou pó de giz.
A pele humana quando atingida por um raio, exibe o caminho da carga condutora que lhe salvou a vida, e apresenta-se como uma vermelhidão indolor que desaparece ao fim de uns dias.
Mas a questão inicial é: por que razão são quase sempre os homens, mais de 80%, a ser atingidos pelos raios?
Não, não se trata de nenhuma força espantosa de atracção, deve-se ao facto prosaico de os homens estarem ao ar livre com maior frequência =) E isto é válido, sobretudo em populações rurais. Talvez também se deva ao facto de as mulheres enviarem os maridos para a rua com gritos como: "João, o portão da garagem ficou aberta!" ou "Júlio, não te esqueças de levar o lixo pro contentor!".
Assim, se estiver a ler isto e for homem, é mais aconselhavel não dar ouvidos a tais coisas, a menos que tenha muita confiança num pára-raios bem próximo.
Cheers =)
quarta-feira, 31 de março de 2010
A Terra é um íman, porquê?

Todos os íman geram campos magnéticos, quando temos um íman em forma de barra, ela alinha-se de forma a que o seu pólo sul aponte para norte. Isto porque se encontra atraído pela força magnética de um íman com 12.700km de diâmetro: a Terra.
Se a Terra não fosse magnética provavelmente não haveria vida, porque o Sol envia uma forte corrente contínua de partículas carregadas de electrões e protões, que não prejudicam os seres vivos devido ao campo magnético da Terra que mantém essa corrente a uma distância segura.
Mas como é que a Terra gera o seu campo magnético?
Assim como os ímans, a Terra tem um núcleo de ferro (juntamente com níquel) a cerca de 4000ºC. Essa massa viscosa de ferro sofre a acção da "Força de Coriolis", que surge devido ao efeito da rotação da Terra. Estas forças fazem o magma elevar-se numa espiral vertical que gera uma corrente magnética.
No entanto, este campo magnético não é uniforme, ao longo de centenas de milhares de anos este enfraquece, o que leva à inversão dos pólos.
Desde 1829 que se fazem medições ao campo magnético, estas mostram o enfraquecimento do campo e justificam o ligeiro desvio dos pólos, que se traduz num desvio do Pólo Norte em várias centenas de km na direcção do Canadá. Há por isso cientistas que tentam prever uma nova inversão, sendo que a última se deu há cerca de 780mil anos. No entanto o núcleo da Terra ainda está bastante saudável, com um campo magnético forte.
E é por isso que a Terra é um íman.
Cheers ! =)
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